Consertando o cabo do acelerador

Porque nem só de viagem e reforma vive esse blog, Matilda também tem seus dias ruins.

Na última terça feira, dia 04 de agosto, foi aniversário da nossa cidade. Aproveitamos o feriado e resolvemos partir rumo ao litoral. Saímos de casa na segunda-feira depois do trabalho e passamos a noite com os nossos familiares. Na terça, alguns locais de uma cidade vizinha estavam no roteiro para serem visitados, mas acabamos adiando nossa saída, que ficou para depois do almoço. Prontos para partir, abastecemos o carro e depois de +-3km a Matilda resolveu parar.

Diagnóstico

A primeira coisa que identificamos era que o pedal do acelerador tinha caído. O encaixe dele é um pouco ruim e de vez enquanto solta, mas nunca nos deixou na mão. Dessa vez algo diferente tinha acontecido. Estávamos prestes a subir em uma ponte que era também a entrada de uma cidade. Deixamos a Kombi correr um pouco e paramos deixando o acesso para a ponte livre. Um pouco antes do imprevisto tinha uma travessia elevada, o que facilitou um pouco para os outros motoristas se atentarem (além do triângulo e do pisca alerta).

Descemos do carro e constatamos que o cabo do acelerador tinha rompido. Desde a viagem para o Uruguai temos um reserva na nossas ferramentas, menos mal. Dando uma primeira olhada, pensamos que podíamos reaproveitar o que tinha sido rompido para chegar até um lugar mais adequado. Perto dali encontramos uma oficina/borracharia, mas eles não tinha nenhum mecânico no momento. O rapaz que encontramos por lá deu uma sugestão que não conhecíamos: colocar uma pedrinha para manter o carro acelerado. Como reaproveitar o cabo não deu certo, tentamos a pedrinha e funcionou.

O cabo reserva 🙂

 

Novo item para nossa caixa de ferramentas: pedrinhas.

O conserto

Não sabíamos, mas estávamos em uma estrada que concentrava diversas oficinas e autopeças. Paramos na primeira que vimos, mas eles não tinham ninguém disponível para realizar o serviço. Ouvimos as indicações e seguimos 20m rumo a próxima opção. Por lá, também não encontramos um profissional, mas deixaram a gente usar a rampa para fazer a troca do cabo. Afinal, é uma Kombi e não tem mistério nenhum.

A primeira vez que tivemos problemas com os cabos da Matilda, foi o da embreagem. Tentamos trocar em casa, mas não conseguimos. O local por onde ele passa estava totalmente ‘sujo’ e impedia a passagem do cabo, então levamos para o nosso mecânico dar um jeito. Hahaha. Com o acelerador não tivemos esse problema. Até passamos ele por um lugar errado, mas logo percebemos e já encontramos a solução. Depois de um tempinho na oficina, nós mesmos resolvemos o problema. Não tem alegria maior do que essa independência que a Kombi nos proporciona (às vezes).

Até mais!

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